
Sr Presidente sem a «Mae de Todas as Obras», só lhe resta fazer greve de fome à entrada dos Paços do Concelho, e demitir-se. Dê um sinal de dignidade política e prove que não é mais um dependente dos cofres do Estado.
Para quem de forma pública e expressa garantiu a todos os arouquenses que a obra era um dado e um facto garantido, não pode continuar a representar e a liderar os arouquenses. O senhor já não tem condições para governar Arouca. O Senhor é um presidente abandonado pelo seu primeiro ministro que veio a Arouca em Campanha Eleitoral para garantir os votos dos arouquenses que de forma solidária acreditaram em vós e votaram PS. Este governo local é uma farsa, uma mentira, uma nódoa na democracia local e nacional.
Os senhores enganaram Arouca.
Os senhores enganaram o Povo de Arouca.
Os senhores não podem governar Arouca. Não existem condições para exercer esse mandato. Na politica a mentira, a demagogia e o populismo enfraquecem a democracia e exigem uma atitude de reprovação popular.
Senhor Presidente retire-se da vida pública.
aceite um abraço do
fmr
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E, então, quem é que tem melhores condições para governar Arouca? Quem é que tinha melhores condições e dava melhores garantias de se conseguir a continuação da ligação Arouca/Feira?
Tão legítima interpretação do pensamento dos arouquenses como aquela que faz, poderá ser a de que pensem que também o presidente da Câmara acaba por ser enganado, não pelo Governo, mas, por uma negociação feita entre o Governo, o PSD e o CDS. Porque é preciso ter em conta que o compromisso de que o actual presidente da Câmara de Arouca deu eco aos Arouquenses na campanha eleitoral, se manteve até agora, até às negociações do Orçamento de Estado. De resto, tanto assim é que se justificam as noticias de que agora começamos a tomar conhecimento e que, não se reportam apenas a Arouca, como sabe.
O que Artur Neves garantiu aos arouquenses, resulta daquilo que garantiram a ele próprio e que até não se ficou por meras garantias. Ou não foi assim?
Nesta matéria, o presidente da Câmara tem toda a minha solidariedade e, estou convencido, de uma grande maioria dos arouquenses que, além do mais, não terão votado nele apenas pela Via Estruturante. Outro aspecto que, porventura lhe esteja a escapar.
Cumprimentos,
Caro amigo
A questão não é de saber quem melhores condições para governar Arouca, mas quem falhou e quem mentiu ao povo de Arouca.
O senhor Presidente afirmou que esta obra era irreversivel e tinha o empenhamento do primeiro ministro de Portugal. A sua visita a Arouca é prova desse designio.
então que se pode concluir,
do fmr
Concordo plenamente com o post anterior….
Como referiu o A.J. Brandão Pinho, o presidente Artur Neves não está no poder apenas pela via estruturante, mas sim por todo o bom trabalho que tem vindo a desenvolver no concelho de Arouca….
Como todos sabemos, esta decisão não depende apenas do Sr. Eng. Artur Neves e do “seu Primeiro Ministro” como aqui referido….também depende em muito do PSD e CDS-PP….como por exemplo do nosso deputado à assembleia Dr. Paulo Portas…
Cumprimentos,
Caro Senhor
A promessa da ligação rápida de Arouca ao Porto não é uma simples e vaga promessa…é uma obra estruturante e fundamental para os arouquenses, daí a sua importância na campanha das últimas eleições. Não se trata de um simples almoço pago, de uma viagem de barco ao douro ou de uma promessa para um caminho…É uma obra que toca e diz respeito à qualidade de vida da população de Arouca.
Neste sentido temos que tirar as lições e consequências políticas deste fracasso político do Senhor Presidente de Arouca.
Responsabilizar os outros, o orçamento e a oposição…é preciso ter muita imaginação, muita ingenuidade e talvez muita demagogia e intriga política.
na política nada é inocente,
um abraço do
fmr
Só faltava dizer que era o Passos Coelho o pai de todas as curas.
Cruz credo,
Deus nos livre de mais um político à imagem deste primeiro ministro. Portugal precisa de homens com letra grande, homens com dimensão de estado.
Espero que o PSD esteja à altura da situação complexa que estamos a viver. É preciso terminar com esta pobreza política…em que homens pequenos, sem conhecimento, sem saber e sem dimensão de estado vão ocupando cargos e liderando a nossa nação.
um abraço do
fmr
Isto é uma autêntica comédia! Agora a culpa é da oposição e nunca do “Sr. Eng. Artur Neves”.
Caro observador,
Concordo consigo…Na realidade quando as coisas correm pior, é mais fácil atirar a culpa e a responsabilidade para o vizinho. Mas, quando assim é, essas pessoas só demonstram falta de dimensão pública e comportam-se como políticos…Pessoas que só vivem no mundo da lua, da aparência…mas quando o pano da realidade cai, eles ficam em pánico e atiram a culpa para o lado…
do fmr
Demita-se senhor Presidente da Câmara. Tudo em si é uma mentira pura.
Chega de demagogia, populismo, irresponsabilidade e mentira. Sim porque mentiu descaradamente ao povo de Arouca anunciando um concurso que nunca existiu. Matéria desmarcarada por um dos bloguistas do arouca.biz. Vão ler.
Os arouquenses têm que dizer basta. Chega de trafulhices!
Caro Miguel Pinho,
Assim vai a nossa politica local…
do fmr
Caro Matos Rodrigues,
Confesso que não consigo recortar factos entre aquilo que refere para poder afirmar que Artur Neves mentiu aos Arouquenses. Também não consigo perceber como é que dos factos que refiro, e que não consegue nem pode refutar, consegue afirmar que possa estar a ser demagógico e/ou ingénuo. Talvez não se tenha referido ao meu post.
Se quiser pegar na questão por outra perspectiva, em minha opinião e pelo que tenho visto por aí, mesmo a propósito de muitas questões menores, Artur Neves fez um aproveitamento político razoável e admissível, atendendo aos compromissos que com ele assumiram (publicamente) elementos deste e do anterior Governo que, de resto, não declinaram os convites do actual presidente da Câmara para, eles próprios, se comprometerem com a população arouquense. Quem, no lugar de Artur Neves, o não teria feito?
Depois, e como tenho vindo a defender, Artur Neves, como lhe é exigido (julgo que por uma grande maioria da população arouquense), tem-se batido pela 2.ª fase da Via Estruturante, mas, o mesmo seria exigido a qualquer outra pessoa que estivesse no lugar dele. Pelo que, será errado e até demasiado redutor, conotar esta obra com o actual presidente ou com quem quer que seja, que não seja toda a população arouquense.
É verdade, ou não é, que a ligação Arouca/Feira foi incluída na chamada Concessão do Vouga?
É verdade, ou não é, que só agora, depois das negociações do Orçamento de Estado, cairam aquela e outras Concessões?
Caro Observador,
Mas, então, a culpa da Concessão do Vouga ter caído é de Artur Neves? Acaso, achas que Artur Neves não será o primeiro a querer que aquela obra avance? Isto sim, é entrar no campo da demagogia.
Recortar os factos, para atribuir culpas, leva-nos ao Orçamento de Estado. Ou não? Se sim, temos que reparti-las por Governo, PSD e CDS. Ou não?
Neste ponto, vira-se a agulheta…
Chegados ao patamar das negociações do Orçamento de Estado, cabe lembrar que Paulo Portas, deputado à Assembleia Municipal de Arouca, prometeu bater-se pela Via Estruturante e, neste sentido, cabe perguntar o que fez ele, entretanto, nesse sentido?
Ter-se-á lembrado dela, nomeadamente, nas recentes negociações do Orçamento de Esatdo, em que o seu partido assume papel preponderante?
Se se lembrou e se bateu por ela (e quero acreditar que sim) e a decisão agora conhecida é posterior às negociações, ainda está a tempo de alegar uma espécie de “alteração superveniente das circunstâncias” e dar o dito por não dito relativamente à aprovação do Orçamento de Estado e em favor dos interesses de Arouca e da população arouquense que escolheu e prometeu representar.
É que talvez este deputado da Assembleia Municipal de Arouca tenha mais para dizer e, mesmo mais do que o presidente da Câmara Municipal, possa fazer algo mais pela obra pela qual se comprometeu lutar.
Para já, e em suma, é indesmentível que os compromissos de Artur Neves levaram a obra para o papel e as negociações em que Paulo Portas assume preponderância, tiram-na do papel.
Cumprimentos,
Caro A.J. Brandão de Pinho,
A sua resposta é inteligente e bem estruturada. Demonstra capacidade de análise e de contextualização.
Daí que concorde com a sua argumentação, mas não posso retirar daí a desculpabilização do Presidente Neves. Não ponho em causa a sua vontade em querer a obra concluida…Mas, também não se pode negar a instrumentalização e a demagogia do Senhor Presidente Neves e as suas posições na Assembleia Municipal de Arouca sobre este assunto.
Razão tinha o antigo vice-presidente de Câmara, Doutor C^
ampelo de Sousa, quando denunciou que este processo era uma fraude politica ao serviço de um eleitoralismo grosseiro…
Em que ficamos?
aceite um abraço amigo do
fmr
No Diário de Aveiro de hoje (http://www.diarioaveiro.pt/):
“Arouca: Portas quer esclarecimentos do Governo quanto à variante
Paulo Portas compromete-se a defender a Concessão Vouga durante a discussão do Orçamento de Estado na especialidade
Os presidentes do CDS, Paulo Portas, e da Câmara de Arouca, José Artur Neves (PS), desafiaram ontem o Governo a esclarecer se a Concessão Vouga é um dos projectos viários para os quais o ministro das Finanças diz não haver orçamento.
Na sessão de ontem da Assembleia Municipal, para a qual Portas foi eleito, ambos recordaram que o Primeiro-Ministro se comprometeu na última campanha eleitoral a avançar com a concessão e que um despacho de Agosto de 2009 ordenava que a Estradas de Portugal abrisse o respectivo concurso público até Junho de 2010.
As declarações de Teixeira dos Santos na passada quinta-feira – quando o ministro afirmou que não haveria investimento público em novas estruturas viárias – não esclarecem, contudo, se esse se refere apenas a novos projectos ou também às concessões que, como a de Arouca, ainda não estão em curso, mas já receberam o aval do Governo.
“O ministro das Finanças diz, como quem está a travar às quatro rodas, que daqui para a frente não há nem mais uma estrada”, afirmou Paulo Portas. “Isto é irreconhecível face ao que ele tinha dito antes, mas, no caso de Arouca, não é de futuro nem decidido juridicamente, porque o despacho de 2009 é de Agosto e compromete o Governo”.
“O ministro deixou a dúvida e eu próprio não percebi”, declara, por sua vez, José Artur Neves. “Estou a tentar falar com o Primeiro-Ministro desde sexta-feira e não acredito que ele tenha vindo a Arouca dizer que a concessão não estava em causa para, afinal, agora estar”.
Caro A.J.Brandão de Pinho,
Afinal, não temos só um mentiroso, mas dois.
aceite um abraço do
fmr
Caro Matos Rodrigues,
Quanto ao que se passa na Assembleia Municipal, saberá melhor do que eu, e sobre isso nada posso dizer.
Já quanto ao que disse e escreveu Campelo de Sousa, é preciso ter em conta as suas razões, motivações e até eventuais objectivos. No entanto, e apesar disso, refere que razão tinha Campelo de Sousa «…quando denunciou que este processo era uma fraude politica ao serviço de um eleitoralismo grosseiro…». Espero não esteja a insistir que no interesse de Artur Neves!? Porque, achando eu que Artur Neves (na melhor interpretação do interesse dos Arouquenses) é o primeiro a querer que a obra avance, continuo sem perceber que outro comportamento poderia ele ter? Mais! Não consigo recortar matéria para uma eventual mentira aos arouquenses, nem vejo no processo da Via Estruturante, apesar de tudo, matéria para que seja pedida a demissão daquele que, na minha opinião, e nesta matéria, tem feito o que pode para que a obra avance. De resto, como continua a fazer agora, juntando-se-lhe Paulo Portas. De resto, como deveriam estar a fazer todos quantos pretenderam fazer boa interpretação dos interesses dos arouquenses e lutar por eles.
Cumprimentos,
Caro AJ.Brandão de Pinho,
Seria tudo uma questão de luta comum e coléctiva se o Srº Engº Neves não tivesse feito desta matéria uma questão de bandeira eleitoral e como a grande razão da sua recandidatura…pois, se não tivesse a promessa do Primeiro Ministro não avançava para a corrida à Câmara de Arouca.
Se alguém partidarizou a Variante e a sua ligação à Feira foi o Partido Socialista…Nunca quis, nunca dialogou com as outras forças e movimentos para catapultar uma acção mobilizadora em favor da continuidade desta obra.
Esta foi a grande promessa eleitoral e política deste partido socialista arouquense. Aliás, o Senhor Presidente afirmava que ele era a pessoa indicada e a única para dar conclusão a esta obra, inclusive ficou também a ideia que tinha sido o Senhor Engº Neves enquanto Engº Técnico associado às obras nas nossas auto-estradas que teria colaborado e teria sido fundamental no incio da obra no mandato Zola.
temos que tirar daqui conclusões políticas ou então é uma Republica de Bananas…
um abraço do
fmr
Sobre a variante era importante lerem o que dirá a acta da assembleia municipal de ontem relativamente ás acusações que fez Edgar Soares a Artur Neves… ou saberem o que disse.
Caro amigo,
Não conheço, mas vindo do Edgar Soares imagino o tom, o conteudo e a qualidade da mesma. Sem tirar qualidade, fundamento e rigor à mesma. Reconhecendo que ninguém conhece melhor o P.S. de Arouca do que o Senhor Edgar Soares.
um abraço do
fmr
O que ontem deixei num blog a propósito do artigo do Mário Crespo, deixo aqui, que também se aplica, apesar de não ser assim tão grave.
Para a população em geral, não há problema de todas estas vergonhas.
Os Funcionários Públicos continuam a ser “gozados”, os filhinhos agora é que tiram boas notas, mais dia menos dia abrem Centros Novas Oportunidades para Doutoramentos…
O que interessa isto de fraudes, corrupções, abusos de poder, etc.?
O PM no meio disto tudo ainda é a vítima, para a população. O que torna isto ainda mais inacreditável.
Caro amigo,
Estamos perante um polvo socialista que vai de Arouca a Lisboa e de Lisboa a Bruxelas…
ESta nação está mais parecida com a Républica das Bananas.
com um abraço do
fmr
Caro Matos Rodrigues,
Ok! Vamos lá tentar recortar isso… Se bem percebo, quando “pede” ao presidente da Câmara Municipal para se demitir ou que retire ilações políticas, pretende dizer que ele falhou com o prometido? Mas, houve algum acto ou decisão dele que lhe permitisse aferir isso? Houve alguma acção ou omissão do presidente da Câmara que fizesse concluir que tinha deixado de lutar pela Via Estruturante? Se sim, e apesar de achar que Artur Neves não foi eleito presidente da Câmara apenas por alegadas promessas relativas à ligação Arouca/Feira, concedo.
Mas, até ao momento, o que vejo não é isso! O que vejo, é um presidente apanhado de surpresa, como todos nós, mas, a não se resignar e continuar a fazer o que pode, perante uma decisão do Governo. Outra vez: Uma decisão do Governo.
«Estou a tentar falar com o Primeiro-Ministro desde sexta-feira e não acredito que ele tenha vindo a Arouca dizer que a concessão não estava em causa para, afinal, agora estar».
Quanto ao facto de Artur Neves ter afirmado que «…era ele a pessoa indicada e a única para dar conclusão a esta obra…», dadas as circunstâncias e nomeadamente a cor do Governo, parece-me muito razoável e legítimo fazer uma afirmação do género. Aliás, os compromissos que conseguiu, fizeram com que a obra fosse incluida no “pacote” Concessão Vouga, o que, ainda não sendo um caso perdido, pode comprovar-se ter sido um compromisso fundamental.
Se temos de pedir explicações a alguém é ao Primeiro-Ministro, ao Governo e a quem, podendo fazer ainda alguma coisa no interesse dos arouquenses, deixar passar o Orçamento de Estado sem que se garanta esta obra e já agora, sejamos solidários, todas as demais que se encontram incluídas na Concessão Vouga.
Por fim, convenhamos que, para não dizer que é irresponsável, seria contra os interesses de Arouca, dispensar quem se comprometeu lutar pela ligação Arouca/Feira, quando ainda muito pode fazer nesse sentido… porque, para além de não ver quem reúna, de presente, melhores condições para o fazer, também não vejo sequer a tentar mostrar ter condições para isso. O que também é de alguma inabilidade porque, estou certo, Arouca ficar-lhe-ia grata!
Cumprimentos,
Caro Brandão de Pinho,
O seu raciocínio é estruturalmente bem alinhavado e lógico.Mas o problema continua o mesmo. O Caro amigo não me explica o sentido da responsabilidade política quando o Presidente Neves afirmava que a obra estava definitivamente programada e fazia parte dos projectos deste governo, que é o governo do Presidente Neves…
Um presidente não pode afirmar uma coisa quando não tem condições para a poder reivindicar e lutar por ela no seio do seu partido, isto é, o PS.
o caro amigo omite esta parte da questão, aliás a mais complexa e dificil de defender na sua lógica.
um abraço do
fmr
Caro Matos Rodrigues,
Com o devido respeito, está já a entar na defesa do indefensável!
Perante promessas concretas, às quais se seguiram actos concretos como este: http://www.portugal.gov.pt/pt/GC17/Governo/Ministerios/MOPTC/Notas/Pages/20090831_MOPTC_Com_Estradas.aspx , não era legítimo a Artur Neves afirmar «…que a obra estava definitivamente programada e fazia parte dos projectos deste governo, que é o governo do Presidente Neves…»?
Cumprimentos,
Caro Brandão de Pinho,
Na minha opinião o Presidente de Câmara Artur Neves, tem que pedir desculpas ao povo de Arouca e repensar a sua atitude política na forma e no estilo. Não vale tudo para ganhar eleições…aliás, quando assim é as consequências são sempre duras e irreversiveis.
a nossa discussão tem o mérito de esgrimir posições e fundamentações no alargamento do campo de discussão política em Arouca. Assim se faz democracia e cidadania participativa.
Aliás, gostava de saber a opinião do ex-lider de bancada do PSD, o meu caro amigo e companheiro Doutor Luís Ferreira da Silva, que concerteza terá muito para dizer em abono desta questão e sobre a dita obra. O que seria enriquecedor para este debate.
do
fmr
O politicamente «híbrido» A. J. Brandão de Pinho mete os pé pelas mãos, e a sua ingenuidade vai ao ponto de não perceber que Artur Neves propagandeou, anunciou por todos os meios ao seu alcance, usando (na qualidade de candidato) os meios da Câmara para anunciar, um concurso que nunca existiu.
Caro “Miguel Pinho”,
Há coisas que não estão ao alcance de qualquer, nomeadamente, daqueles que vêem conotações partidárias em tudo o que mexe. Não sou daquele tipo de pessoas que pede o cartão de militante para ver se os outros são bons ou maus. Não sou capaz de afirmar que os socialistas são todos maus, como também não conseguiria afirmar que os militantes de outro qualquer partido são todos bons. Há gente muito capaz e gente muito fraca em todos os partidos, como também há gente com bom senso e sem senso algum em todas as terras. Há muito mais Mundo para além dos partidos políticos e esta questão, da Via Estruturante e de Arouca, para quem esteja atento aos interesses de Arouca e queira defendê-los como em alturas eleitorais se propõe, está acima dos partidos políticos.
Não sei se reparaste, mas, não há qualquer conotação partidária, política e/ou ideológica nos meus comentários. Há, isso sim, a minha leitura de alguns factos relacionados com o tema actual que Matos Rodrigues aborda (no estilo que já lhe é característico e em termos que não nessecito nem quero qualificar), e que não são refutados e, assim como algumas perguntas que não são respondidas, com a necessária implicação dos actuais agentes políticos locais e nacionais. No essencial e como sempre procuro fazer, o que parece não estar ao alcance de todos (como se pode verificar pelo que escrevem), procurei circunscrever-me ao assunto abordado pelo autor do blog, sem chamar ou necessitar chamar à colação considerações pessoais como, de resto, sempre evito fazer, atendendo ao respeito que, por principio, todos me merecem, porque todos conterrâneos meus, independentemente das suas qualificações e aptidões pessoais.
Quanto ao mais, espero não estejas a sugerir ser agora também socialista, pelo facto de aqui vir defender uma posição que julgo defensável e que se insere naqueles que julgo serem os interesses de uma grande maioria da população arouquense, com o bom senso e responsabilidade que a questão exige e com o respeito que o actual presidente da Câmara Municipal de Arouca merece.
Mas, já agora:
i) «politicamente «híbrido»» porquê?
ii) «mete os pé pelas mãos» onde?
iii) «a sua ingenuidade vai ao ponto de não perceber …». Que comentário meu te leva a concluir não perceber o quer que seja?
Cumprimentos,
Caros amigos,
Gostei da vossa argumentação mas continuo a ter que defender a minha posição, isto é, um político não pode usar uma obra de interesse coléctivo como arma eleitoral e depois, perante a sua não concretização. Aiaiaiaai…que a obra agora não tem politica e não tem cor partidária
Estas obras de interesse público não podem estar subjugadas aos interesses partidários e às conveniências de agenda eleitoral.
O senhor Presidente de Câmara devia e sabe…unicamente dá jeito usar estas grandes infra-estruturas para caçar votos…
O problema é quando a coisa da para o torto, aí somos todos cumplices e somos todos parte interessada.
O Eng Neves portou-se mal.
Foi oportunista politicamente falando e nao teve a maturidade politica suficiente para gerir uma empreitada destas….É muita carga para um homem só e mal acompanhado.
Este é o problema, a raiz da questão…e aí o Miguel Pinho tem toda a razão, tirando as classificações que não abonam para esta questão.
mas fazem parte do estilo
Evidentemente que politicamente eu estou enquadrado num grupo especifico e ideológicamente me situo na Social Democracia, mas isso não me retira capacidade critica e independencia civica.
um abraço do
fmr
onde se lê «nessecito», leia-se «necessito».
Caros amigos,
aqui não há bons nem maus da fita mas há, no entanto, algumas ilações a retirar de todo este processo.
fazendo uma análise retrospectiva e regressando ao inicio desta “estória” constata-se fácilmente que a ligação de Arouca ao litoral já foi motivo de impulso na eleição de dois presidentes de câmara e de vários mandatos. Quer se queira quer não,desde muito cedo, tentou-se colar à oposição o epíteto de detratores da via estruturante e consequentemente (visão redutora!) do progresso.
Ao longo do tempo, apesar de nunca ter levado fruta a Lisboa, lutei contra essa perversidade que tinha por objectivo acantonar a oposição, e concretamente o PSD, na prateleira dos “contras”.
Recordo-me perfeitamente que no tempo do Dr. Zola era quase proibido falar da via de lentos na ligação Rossas/Chão-De-Ave por este considerar que a defesa de tal obra punha em questão e/ou era uma manobra de diversão para que a mãe de todas as obras, a tal estruturante, não fosse feita.
Assim sendo, senti, como os demais, muitas dificuldades em afirmar a genuidade e verdade da posição do partido que ai representava que se consubstanciava na defesa intransigente da ligação ao Litoral.
Como podem constatar a dita via estruturante não serviu sempre como instrumento de progresso mas também como arma de arremesso politico usada pelo PS contra os demais.
Daí que não é de todo dispiciendo assacar responsabilidades da sua não concretização a quem sempre quis assumir a sua exclusiva paternidade.
Posto isto, e eleito que foi este presidente, a saga continuou e desta feita com a nuance de integrar a obra numa concessão com o argumento que,por esta via, se dava dimensão á obra, mormente politica. Isto é, integrando a via estuturante numa concessão seria não só, segundo o P. da câmara, o meio técnica e financeiramente mais aconselhável como também um superior meio de pressão sobre o poder politico para o seu aval.
Contra este ponto de vista, ou pelo menos manifestando algumas duvidas, estive eu o Dr. Zola e mais declaradamente o Dr. Vilar. Todos, com algumas diferenças, entendiam que se devia percurtir sobre o poder central a razoabilidade da nossa reivindicação e a concretização do compromisso de terminar o que já se havia começado, com gastos consideráveis, ligando Arouca a Santa Maria da Feira.
O senhor presidente da câmara assumiu perante a A. Municipal, e confirmou-o nesta ultima quando interpelado por mim, a autoria da inclusão da obra na concessão que ora ficou adiada sine die. Foi quem urdiu a solução, quem lutou por ela, quem a conseguiu e, como tal, o sucesso ou insucesso da mesma, conforme também em tempos lhe disse, a ele, pelo menos parcialmente, deve ser assacado.
Tive igualmente a oportunidade de lhe dizer na ultima A. Municipal que se a responsabilidade do adiamento sine die da obra não é fundamental também não é completamente dispiciendo. Isto é, foi feita uma promessa, em plena campanha eleitoral, pelo primeiro ministro deste País perante os Arouquenses de que a obra seria feita. E se tal promessa supostamente terá tido algum efeito no comportamento do eleitorado é bom que, não cumprida, o mesmo eleitorado faça a devida leitura e assaque responsabilidades a quen estava “prontissimo” para assumir os louros.
Acima de tudo o que me interessa é que a obra seja feita, por quem pouco me interessa. Não gosto é que me mintam!
Nem a desculpa da crise internacional colhe como argumento para o não lançamento da obra. Como é agora publico, já na altura da promessa, o Governo tinha nota que o déficit era muito superior ao publicitado . Para além de que a filosofia que o mesmo Governo tem para combater este cenário de crise passa por injectar dinheiro na economia, v.g. tgv, travessia do Tejo,novo aeroporto, etc. Ora, assim sendo dificilmente se entende o não lançamento a concurso destas concessões quando a sua realização implicaria lançar dinheiro na economia e criar emprego. Mas não, é mais importante emprestar-mos dinheiro a Angola (200M de euros), eventualmente para a filha do presidente amealhar mais uns tostões, do que fazer uma qualquer estrada para um dos muitopoucos municipios que não tem ligação a IP ou a A. Estrada.
Isto faz espécie, isto revolta!
Quanto ao deputado Paulo Portas disse, em resposta a interpelação que lhe fiz, que a estrada esteve nas negociações laterais do orçamento de estado, com os ministérios competentes, e que tem lutado para que esta seja uma realidade, na linha do compromisso que assumiu com os arouquenses.
Sinceramente não sei se assim foi, nem sei tão pouco se ele se esforçará ou não para que assim seja.
É expectável que o presidente da câmara, ora abandonado pelos seus correlegionarios politicos, se sirva da muleta do P. Portas, o que até é legitimo. No entanto, é igualmente expectável que, se porventura alguma influência possa vir a ter na decisão, o Dr. Portas, como politico hábil que é, faça a gestão do “Dossier” por forma a rentabilizar a sua posição bem como a do CDS local.
Assim sendo, caros amigos, este é o cenário que se nos apresenta.
Entendo que não se devem baixar os braços e lutar de todas as formas possiveis e legitimas para conseguir os nossos intentos e levar a água ao moinho.
Devemos , neste momento, em nome de Arouca, estar solidários com o presidente da câmara, na justiça desta reivindicação comum, mas também, muito responsávelmente, assacar responsabilidades a quem de direito na condução deste processo que pra já deu numa mão cheia de… nada!
Fico a aguardar novos e auspiciosos desenvolvimentos.
Caro amigo Luis Ferreira da Silva,
Depois, de ler e reflectir sobre o teu comentário não posso deixar da fazer este pequeno comentário que «perda foi a tua na actual Assembleia Municipal de Arouca. Que partido é este, governado por incompetentes que podem prescindir de uma Homem, um cidadão e um tribuno da tua qualidade»…Mas afinal,é a política no seu melhor…
Gostava de exprimir aqui o meu conforto e a minha satisfação pela forma como abordas-te este assunto complexo e exigente. A tua análise é sem duvida clara, sintética e suficientemente objectiva…Esta tudo dito sobre o assunto.
Gostei da tua participação.
Ainda bem que aceitas-te o meu convite.
um abraço amigo do
fmr
Caro Luís Ferreira da Silva,
1. Quanto à primeira fase da Via Estruturante e, nomeadamente quanto ao seu traçado, estamos conversados, porque cientes das posições que então assumimos, de forma consciente, frontal e responsável.
No que me toca, estive contra o traçado e se fosse hoje voltava a estar. No entanto, já como na altura defendia, estava contra o traçado e bati-me por isso, mas, nunca contra a Via Estruturante e, neste sentido, volvido o tempo próprio para a contestação ao mesmo, passaria a ser um defensor da Via Estruturante.
2. Porém, agora, a questão aqui trazida por Matos Rodrigues, circunscreve-se a dissecar a hipótese de se justificar assacar responsabilidades e ilações políticas ao actual presidente da Câmara pelo passo atrás do Governo. É legítimo que o façamos? Há fundamento para dizer que Artur Neves mentiu aos Arouquenses?
A parte final do comentário diz-me que não e toma o rumo do bom senso e da responsabilidade que a questão exige.
Cumprimentos,
Caro António Jorge,
Reitero tudo o que disse anteriormente. Isto é, a questão da responsabilidade do P. da Câmara é, nesta fase, lateral e menor. No entanto, não é completamente de desconsiderar.
O Sr. Presidente da Câmara assumiu publicamente, e por mais do que uma vez, a Paternidade da solução urdida, com todas as consequências daí advenientes, fossem elas boas ou más(!).
Se na perspectiva dele o facto de a líder do PSD ser contra as concessões gerava responsabilidade , designadamente a nível do PSD local, caso a concessão não avançasse é, segundo a mesma lógica, de atribuir responsabilidades (muitíssimo maiores)a quem tinha o poder de decidir e/ou quem contribuiu para uma solução, e não o fez.
O principal responsável do abandono da obra é o Governo e, em segundo plano, o Pres. da Câmara que foi quem desenhou a estratégia e quem é da mesma cor politica.
O Pres. Artur Neves mentiu ao arouquenses? sim, mentiu.
Fê-lo deliberadamente? não acredito.
Esta “mentira” teve efeitos eleitorais? acredito que sim.
Esses efeitos foram determinantes na eleição desta Câmara? responda quem souber(!)
No entanto apesar de o não ter feito deliberadamente (!) a sua conduta em todo o processo não é isenta de responsabilidades.
Em tudo na vida, mas mais ainda na politica ( trata-se da gestão da coisa publica), deve-se ter a humildade de assumir o fracasso e/ou o erro e a quota parte de responsabilidade inerente.
Nesta fase, o objectivo principal é o de tocar a reunir e encontrar soluções para o problema que está criado usando todos os meios possíveis e legítimos ao alcance de todos. Mesmo havendo quem se possa sentir instrumentalizado deve, a bem de Arouca e dos Arouquenses, colocar de lado esses sentimentos e procurar contribuir para uma união que terminará no dia em que o problema seja resolvido a contento.
“Que partido é este, governado por incompetentes que podem prescindir de uma Homem, um cidadão e um tribuno da tua qualidade»…Mas afinal,é a política no seu melhor…”
Realmente isto é a política no seu pior. Insulto gratuito e sem fundamento, demonstrando incompetência no ajuizamento dos factos.
Caro Matos Rodrigues, antes de insultar deveria informar-se e saber dos assuntos que “comenta”. O partido nunca prescindiu do Luís Ferreira da Silva, pois convidou-o para o 2º lugar na lista à AM que este rejeitou, podendo este facto ser comprovado pela carta pública enviada pelo próprio à comunicação social na altura, a justificar a sua renúncia.
Caro observador,
Deixe de demagogia e assuma a verdade política….Claro que depois do trabalho desenvolvido pelo Doutor Luis Ferreira da Silva, fazer-lhe o convite para ser o número dois, a seguir a um número UM frouxo, sem energia e sem capacidade de alavancar o PSD, era o mesmo que o excluir das listas do PSD à A.M.A.
Vamos falar claro, deixe de joguinhos partidários, próprios da baixa política e assuma a verdade politica local.
É por causa desses joguinhos e estratégias tribais dentros dos partidos politicos que o país esta na eminência de uma bancarrota….O país tem de ser governado pelos melhores e mais competentes.
É so isso.
um abraço do
fmr
Caros amigos,
Não consigo perceber porque acusam o CDS da não concessão da 2.ª fase da variante….
Por acaso já repararam, ou pensaram no que acontecia se toda a gente votasse contra o orçamento de estado, só porque tem um ou dois pontos em que estão contra?
Mas este orçamento de estado só fala na variante?
É só isso que interessa num orçamento de estado?
Isto é claramente atirar areia para os olhos dos arouquenses, dizendo que a culpa é da oposição só porque se vão abster na votação do orçamento de estado.
Por amor de Deus… Isto é ridículo.
Quer fazer da sua opinião um facto coisa que está muito longe de o ser. O caro é que está a fazer “joguinhos baixos” e manobras para tentar fazer um facto o PSD ter excluído o Luís Ferreira da Silva coisa que não aconteceu. O facto é que foi convidado e não aceitou.
Caros amigos,
Só para dizer, que não me lembro de ler assim de seguida tanto disparate junto.
Ler o que escrevem alguns ( não todos obviamente) sobre assunto tão sério, e com tantas certezas, mas ao mesmo tempo claramente a verificar-se que não têm verdadeiramente conhecimento de causa , é deprimente. E não é assim de certeza que estão a ajudar Arouca, que no caso concreto ( acho eu) é o que interessa.
Abstenho-me.
O caro amigo deve estar a referir-se aos disparates que tem escrito no seu blog serrano.
Devia ter um pouco mais de humildade e de conheciemnto…e já agora um pouco de inteligência não lhe ficava nada mal…
O senhor é o exemplo da banalidade e da ausência de qualquer sentido crítico.
Aproveite e estude um pouco mais e não utilize o termo serrano, porque insulta todos os serranos inteligentes da minha terra. O que diria Aquilino Ribeiro perante tanta ignorância e asneira.
aceite um abraço deste
fmr
Caro FMR,
Fiquei chocado com a resposta que acabou de dar, ainda mais vindo de uma pessoa com tão alta formação e que eu apesar de não conhecer pessoalmente, de certa forma estimo por ler com alguma regularidade este blog.
Acabei de ler o que o Norberto Castro escreveu e a reacção que mereceu da sua parte. Perante o que foi escrito (que em momento algum ataca nenhuma pessoa mas sim as OPINIÕES dadas por diversas pessoas) e perante a violentíssima resposta que julgou ser adequada, vou agir com o BOM SENSO que aqui faltou e fazer-lhe apenas uma pergunta:
- Voçê conhece o Norberto Castro e escreveu o que escreveu por opinião fundada ou teve pura e simplesmente o objectivo de ser mal educado? Reconhece que atacou violentamente a pessoa e não o que ela escreveu?
Quanto ao Blog do qual eu também fui fundador, resta-me apenas dizer que não tem motivações políticas e é para ser lido com bom senso e boa vontade. O Serrano é uma personagem criada que pretende transmitir o modo de ver a vida modesto e simples de um serrano que pode e é muito inteligente. Saber viver a vida de uma forma simples. Tanto eu como o Norberto crescemos em Arouca, amamos Arouca e vivemos em Arouca por decisão nossa.
Julgo que ambos já estudamos bastante e não vale a apena estampar aqui curriculos, não somos professores Universitários mas julgo que temos do nosso lado o bom senso e o respeito pelas pessoas e pela sua dignidade. Nesse campo não precisamos de estudar mais. Quer criticar o Blog faça-o como entender, escreva lá, proteste, reclame, etc. Mas atacar os autores com agressões pessoais foi algo que nunca imaginei ser possível quando iniciamos o Blog, muito menos de “colegas” de outros Blogs…
Quanto ao abraço, não acredito que queira deixar um abraço a alguém que despreza tão fortemente!
Espero sinceramente que não tenha sentido o que escreveu e agora mais a frio possa repensar.
Da minha parte, mantenho o que disse, guardo-lhe o respeito pelo currículo que apresenta e não o vou ofender enquanto pessoa. Tenho pena que não pense assim também.
Rui Castro
Caros amigos blogistas,
Nunca ouviu falar da ironia e da maeutica socrática…Pois, às vezes é necessário muita provocação e ousadia. Os tempos não estão para simplexis, coisas leves e divertidas…A vida está dura e demasiado complexa.
É necessário mais nervo e mais sentido crítico.
Espero que a minha crítica, aliás um pouco forte, os ajude a encontrar mais energia no ensaio e na análise. Foi só e simplesmente um choque estético e ideológico.
Da minha parte não à qualquer tipo de animosidade para com os vizinhos blogistas. Limitei-me a criticar e a opinar sobre dois autores de um blog que devia ser um pouco mais profundo e analítico nos temas…Mas penso que já melhorou um pouco.
com um abraço do
fmr
Em adenda ao post anterior, remeto aqui para :
http://www.oregional.pt/noticia.asp?idEdicao=396&id=14235&idSeccao=4164&Action=noticia
Castro Almeida, também defende a nossa variante. Pode ser que ajude.
Caro amigo Matos Rodrigues,
Fico grato pelas palavras aqui deixadas apesar de achar que não sou merecedor de tamanhos encómios.
Agradecia, apesar de entender porque o fez, que não voltasse a um assunto que já não tem relevância nem actualidade.
No tempo próprio dei as explicações públicas que entendia dever dar e no tempo próprio darei as explicações mais detalhadas e fundamentadas a quem de direito, que são os militantes do PSD.
Depois de ter essa oportunidade (coisa que ainda não aconteceu por não ter sido ainda convocado plenário de militantes) estou certo, que o “observador” vai ter oportunidade de “observar”, até porque me parece ser um “inside observer” a razoabilidade da minha tomada de posição.
Caro amigo Luis Ferreira da Silva,
Não queria criar nenhum incómodo e o assunto veio à colação. A minha opinião é publica e conhecida. Não me refugio em nicks anónimos para falar sobre partidos e em nome desses partidos. Já lá vai o tempo em que as pessoas davam a cara e o nome por aquilo que escreviam e afirmavam. Mas, é uma realidade pequena e um mundo político reduzido.
aceite um abraço amigo
do
fmr
Caro senhor fmr,
O meu comentário, se soubesse ler, excluía-o a si. Mas se quer enfiar também o barrete, fica-lhe bem.
Não me lembro de nos termos até agora cruzado neste, ou outro blog, de forma a que um simples comentário meu ( que não se referia a si), lhe pudesse logo ter provocado tal azia.
Humildade e conhecimento é coisa que nunca lhe vi, nem lhe reconheço. Quanto à inteligência, tenho a minha, que se acha pouca, pois mal o faz, já que sempre será maior que a sua.
O senhor é o exemplo da futilidade e da mania que tem sentido crítico. Quando só o vejo a escrever lugares comuns e maledicência.
E as minhas desculpas por não ter posto o meu currículo no blog, a única razão foi que não tinha espaço suficiente…
E por aqui me fico, porque do meu pedestal, olhar para baixo faz-me doer o pescoço.
PS: Quando fala da sua terra refere-se a quê, Baião?
Caros amigos blogistas,
A forma com retrataram as pessoas que comentaram o meu poste foi de uma grande grosseria e falta de humildade…Pois, rotularem as intervenções e as opiniões «como disparates» é não possuir o minimo de sensatez e de bom senso.
As pessoas quando deixam as suas ideias, as suas opiniões, as suas formas de ver o mundo e as coisas, é sempre gratificante e é um bom exemplo de pedagogia democrática e de cidadania participativa…
Se fui violento, tinha que ser em consideração e em exemplo civico,para com aqueles que escrevem e tem coragem de apresentar pontos de vista,mesm0 que diferentes dos meus.
O blogista lemitou-se em insultar e em adjectivar as pessoas e os seus post…Não deu uma ideia, não apresentou uma via e uma posição sobre este problema.
De cima da sua arrogância atirou sem ter noção do retorno, e como não estava preparado continuou a atirar…Bem é uma posição.
Na vida pública podemos ter visõe diferentes, devemos lutar por elas e defende-las, mas não atirar a matar sem necessidade, sem haver contextualização. É um erro. É uma imprudência.
sem mais, aqui fica encerrado o nosso assunto.
um abraço do
fmr
O Sr. FMR é mais do que conhecido não só pela sua inconsistência intlectual como também pela falta de dignidade política. Se assim não fosse não se tinha sentado na bancada dos «pseudo» independentes da UPA, sendo militante do PSD (secção de Baião). Simplesmente mau.
Perante tal, com que dignidade pode FMR falar?
Caro amigo,
É tudo uma questão de liberdade e de autonomia…só pode estar na vida política e pública quem não depende dela para viver e ou sobreviver…
Em relação ao PSD de Baião nunca dependi dele, nunca estive sujeito às suas lógicas partidárias mesquinhas…Trabalhei com a antiga Presidente de Câmara, a Exma Amiga Doutora/Cirurgiã Emilia Silva, de forma gratuita durante 6 anos como responsável pela área do Planeamento, Urbanismo e Desenvolvimento Local. Pela minha presença na região e por causa dos trabalhos que lá desenvolvi com os meus alunos e com alguns governantes fui convidado para ser o mandatário dos deputados do PSD à Assembleia da Républica, e da sua candidatura à Câmara Municipal de Baião. Fui convidado para assumir o lugar de candidato a Presidente da Assembleia Municipal de Baião em substituição do Exmo Amigo General Carlos Azeredo e não aceitei. Como também não quis ser o número dois à Câmara Municipal de Baião. Como ainda agora fui sondado da minha possibilidade de ser candidato à Câmara Municipal de Baião…Mas, como pode imaginar não tenho tempo, o trabalho não me deixa alguns minutos para brincar à política.
Contráriamente anda por aí muita gente à procura de tacho e de protagonismo fácil….Aprov
Caros amigos,
Tendo em conta a dimensão deste assunto e a sua complexidade para o futuro de Arouca. Penso, que todos contribuiram para o aprofundamento deste assunto e que daqui possivelmente surgiram outros debates e confrontos. Ninguém é dono da verdade, cada um de nós tem a sua posição e a sua leitura dos factos e com sentido democrático escutamos as opiniões dos outros colegas que de forma pedagógica escreveram sobre a questão das acessibilidades de Arouca/Porto.
Assim, encerro este post agradecendo a todos.
aceitem um abraço do
fmr
Poxa! Isto foi longo!
Quase já não tinha folego para ler!
Deste um bom contributo, Caro Fernando Matos!
Abraço
Caro atento,
A discussão foi intensa e diversificada.
Assim, se faz cidadania e democracia, sem medos e sem censuras-
um abraço do
fmr