Festejamos a nossa Républica com alguma pompa e circunstância.
Não foi uma festa de estadão, como se fazia noutras épocas. Foi uma comemoração triste, algo cinzenta e fora de moda.
A populaça não encheu as ruas como antigamente, nem deu vivas aos magnânimos representantes da Nossa Républica. O tempo estava frio, húmido e a chuva também participou com o seu ar de inverno. Fizeram-se discursos, lembraram-se nomes, ilustraram-se figuras, nomearam-se virtudes. Ouviram-se as mesmas palavras, os mesmos adjcetivos, as mesmas rectóricas. As oratórias estavam frouxas, timidas, recalcadas pela crise e pelos tempos dificeis que se vivem. Os pagodes estavam pouco iluminados, e de londe em longe, o apelo à memória, à história e ao mandato civico. Uma espécie de determinismo político que nos devia impulsionar contra ventos e marés. Uma espécie de loucura coléctiva, de maluquice nacional que fundamenta no passado, dito glorioso um fim, um destino progressista e républicano. Uma espécie de esquizofrenia nacional que recalcando a realidade e a frustração individual procura no pathos da nação uma força salvifica que cure os males e as desgraças dos portugueses. Uma espécie de receita mágica que transforme a mediocridade da républica numa ilha paradisíaca onde todos possam subir aos céus e escutar os sinos da divina providência.
No fundo, esta comemoração veio consagrar a revolução e a violência como um instrumento de transformação e de progresso nacional. Este atentado, este regicídio violento, macabro e fora de moda catapultou uma Nação Rural e oitocentista para um estado laico e républicano. Um punhado de homens de cartola e fato escuro pensaram, idealizaram e definiram as linhas mestras deste Estado que mais tarde se chamaria de Républica Portuguesa.
Hoje, passados estas décadas a nossa nação continua no seu rame-rame, no seu jejum diário, na sua luta, com rei ou sem rei, com presidente ou sem presidente. O povo é manso, mediocre, pacato e a républica é dócil e abrangente. Uma nação, Um Povo, Um território. Sem moeda, sem fronteiras, sem estado, sem politica nacional.
Festejar a Républica. Qual Républica?
Só se for a Républica das Bananas, como dizia o MEC (Miguel Esteve Cardoso), alguns anos atrás no Jornal O INDEPENDENTE.
A Républica das Bananas!…
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Monarquia, Já!
(Porque não um referendo?)
Caro companheiro Costa,
Desconhecia essa tendencia monárquica…
Vamos a isso.
Vivas a El Rei Dom Sebastião!!!!!!
um abraço amigo ao companheiro dos Unidos Por Arouca. Depois, temos que alterar a sigla para Unidos Por El Rei…que achas? Os outros são Unidos Por Tacho….aqueles que estão´lá no Casarão ao cimo da vila. Entendes!?
do companheiro
fmr
Caro amigo:
Se é república das (de) bananas… venha a Monarquia!
Sem D. Sebastião, (claro) e sem alteação de sigla UPA.
Os tachos de ferro são bons para fazer aqueles rojões de porco (criado em casa á moda antiga!)
E sem ASAE e feitos na lareira… (em qualquer casa)
Um abraço
Caro amigo Carlos Costa,
Afinal é Républica de bananas…
Pois, se não fosse de bananas não tinhamos a “Mae de Todas as Obras”, como uma caricatura desta politica local que governa Arouca.
A política da mentira, da instrumentalização e da manipulação. Tudo vale para conservar o poder e se possível ampliar o mesmo…Não existe um pingo de seriedade no exercicio da vida pública.
Caro amigo…isto é ou não uma Républica de Bananas?
um abraço amigo,
do companheiro e membro dos Unidos Por Arouca
fmr